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 Papai Noel bom é Papai Noel morto!!!!





RizOmA CosMoloGicA


Céu e Inferno

Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de Céu e Inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:

- Não passas de um rústico... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando da bainha sua espada, berrou:

- Eu poderia matar-te por tua impertinência!

- Isso - respondeu calmamente o monge - é o Inferno.

Espantado por ver a verdade no que o mestre dizia da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a intuição.

- E isso - disse o monge - é o Céu.



Escrito por Cyberxaman às 19h07
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Escrito por Cyberxaman às 14h22
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O céu dos primeiros brasileiros

 

Os índios brasileiros também observavam o céu e nele representavam a fauna e a flora da Terra. Mas, ao contrário dos astecas e maias, não foram muito além da costumeira relação entre o aparecimento de determinados astros as Plêiades, especialmente-e a mudança das estações. Alguns exemplos dessas observações são as inscrições em rochas encontradas na Paraíba. No leito do rio Ingá, a 85 quilômetros de João Pessoa, existe um painel com desenhos de plantas, seres humanos e animais, entremeados de círculos, cruzes e espirais - tudo gravado num bloco de pedra que divide o rio em dois braços. Esses desenhos eram chamados pelos indígenas de itaquatiaras (pedras lavradas, em tupi).Na grande pedra que repousa sobre o leito seco do braço esquerdo do rio, destacam-se desenhos de estrelas interligadas por traços que sugerem uma constelação. Sabe-se que à época do descobrimento, no século XVI, a região que viria a ser a Paraíba era habitada por três grupos de índios: os tupi s, os tabajaras e os potiguaras. O maior pesquisador do assunto, o médico Francisco Faria, não dispõe de dados para atribuir a qualquer um deles a autoria dos desenhos. Além das itaquatiaras, a recente descoberta de uma gruta com pinturas de sóis, estrelas e cometas, no município baiano de Central, revela que ali pode ter existido o mais antigo observatório da América.Arqueólogos e astrônomos também pesquisam como os povos primitivos de hoje em dia recorrem ao céu para organizar sua vida. Assim, o professor Márcio Campos, da Universidade Estadual de Campinas, estuda de que forma os conhecimentos astronômicos dos índios caiapós do sul do Pará se relacionam com a arquitetura da aldeia, com seu calendário, mitologia e rituais. Os caiapós baseiam-se na posição das Plêiades para saber quando caçar, quando vai chover e quando fazer a festa que coincide com a chegada das águas. Campos descobriu o horário em que os caiapós observam o céu e a partir daí conseguiu montar um calendário com todos os eventos de sua cultura. "Para eles", explica o professor, "os astros são como a folhinha dos brancos."

 

Superinteressante - Maio/1988



Escrito por Cyberxaman às 09h09
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Karate-dô

      

 

 

 

 



Escrito por Cyberxaman às 21h15
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Esta avenida "mudou" de nome!


O dia pela democratização dos meios de comunicação, dia 18, foi marcado com um ato de rebatismo popular da Av. Jornalista Roberto Marinho para Av. Jornalista Vladimir Herzog em São Paulo. O rebatismo é uma reação contra a mudança de nome da antiga Av. Água Espraiada para Av. Jornalista Roberto Marinho, que buscava homenagear o empresário recém falecido.

A ação aconteceu por volta das 14h30min com a mudança da primeira placa na esquina da Av. Santo Amaro com a Av. "Vladimir Herzog". Ao todo foram modificadas cinco placas, até o momento em que começou a repressão. Um dos manifestantes foi preso ao tentar colar um adesivo na placa e encaminhado para a 96ª DP.


Escrito por Cyberxaman às 10h53
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Festival termina com protesto contra política de espaços públicos


No último domingo encerrou o Digitofagia, que pensava a apropriação da tecnologia por artistas, ativistas e camelôs. O festival ocorreu no Rio de Janeiro entre 14 e 17 de outubro e em São Paulo entre 18 e 24 de outubro. Enquanto a versão carioca teve seus debates hospedados em uma rádio livre (Rádio Interferência), mostras de vídeo em um espaço independente (Projeto Subsolo) e oficinas em uma rádio comunitária (Madame Satã), a versão paulistana ocupou um dos principais museus da cidade (MIS - Museu da Imagem e do Som, órgão estadual).

Reunindo pessoas das mais diferentes áreas e diferentes cidades brasileiras e do exterior trabalhando em colaboração o festival propôs uma ocupação diferenciada do espaço expositivo. Lembrando o período em que Walter Zanini dirigiu o MAC - Museu de Arte Contemporânea, quando transformou o espaço em um grande ateliê de produção artística, o que se via pelas salas do MIS eram pessoas discutindo, improvisando um som, projetando seus vídeos, trabalhando em equipe. As áreas do festival foram divididas entre Camelódromo (área de colaborações), Anti-festa (experimentações sonoras), Rodas Nômades (debates), Jukebox (mostra de vídeos), Experimentações Gráficas (produção de grafites, cartazes e fanzines), BurnCopyStation (máquina para queimar cds deliberadamente), Install Fest (instalação de software livre) e VJBr (sessões de VJing - edição + projeção de vídeo em tempo real).

Infelizmente os funcionários do MIS se mostraram resistentes à essa forma "libertária" (palavras deles) de se ocupar um espaço público e dificultaram o andamento do festival. Por exemplo a sala reservada ao VJBr precisou ser desocupada em função da Mostra BR de Cinema, sem qualquer aviso prévio. E apesar do aviso de retirada no domingo (antes do horário previsto), todos integrantes do festival se concentraram na apresentação dos vjs do Media Sana, de Recife, que encerrou o festival em ato de resistência e protesto.



Escrito por Cyberxaman às 10h50
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Perseguição!!!!!!!!!

O mundo está acabando!!!! Olha como temos que nos disfarçar para não sermos assaltados!!!!!!!

Isso é uma vergonha!!!!!!



Escrito por Cyberxaman às 20h25
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Foi criado o primeiro espaço público de adoração critica e fé cética para os doentes seguidores da IGREJA DO SACO PLÁSTICO NA CABEÇA. Clique no santo sagrado nome de nossa igreja e entre para a nossa comunidade que salvara a humanidade do massacre do tédio eterno.
IGREJA DOGMÁTICA DOS CÉTICOS QUE USAM SACO PLÁSTICO NA CABEÇA

Este é o primeiro espaço público destinado aos seguidores de nossa sagrada seita profana e profanada da sagrada Sacola Plástica De Supermercados Vagabundos. Escolha um lindo saco plástico, enfie na cabeça e incremente com um belo par de óculos estranho, de preferência com meigas e enormes lentes amarelas, e faça suas reverencias ao nosso mestre MACEDU$$$.

http://www.derrotadospelapropiafraqueza.blogger.com.br


 



Escrito por Cyberxaman às 09h53
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A EVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA UNIVERSAL

No princípio apenas existia o Mar Negro, tudo era escuro, nada existia. Um dia, um
Ponto do Nada tomou consciência de si mesmo ("eu existo"), e começou a sentir a monotonia
à sua volta. O Nada era seu único companheiro, mas Ele não falava, não Pensava, nem Criava
Irmãos para o Ponto. De repente o Ponto teve uma Idéia, por que não Ele Criar seu próprio
companheiro? Daí surgiu a Criação, agora eram Dois. O parceiro não tinha Vida, era um objeto.
Foi então nesse instante que o Ponto teve um Pensamento, surgia a Interpretação: "Nada que
é Criado possui Vida e Consciência", surgia a inseparável companheira da Interpretação, a
Razão, junto com ela a Conclusão e o Apredizado, o Ponto estava ficando cada vez mais sábio.
Achou que deveria dar um nome a si mesmo, pois nada havia, nem mesmo os nomes. A partir
desse momento o Ponto tornou-se Inteligência, e disse: "Tudo que tem Consciência de si próprio, Aprende, Conclui, Interpreta, Raciocina e Cria o mundo a sua volta, é uma Inteligência.". A
Inteligência então se Transformou em Universo e todos as outras Inteligências foram tomando Consciência e Evoluindo. Não há sequer um Ponto no Universo que não possa Evoluir e
tornar-se Inteligência.

Jonas F. Cholfe



Escrito por Cyberxaman às 10h10
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Mestre - "Meu discipulo, os demonios soh existem no teu corpo, rondam tua mente e confundem tua intuição, diferente dos anjos, eternamente sabios e bondosos, inteligencias harmoniosas e guerreiras de Maat"

Discipulo - "entao a unica guerra dos ceus c da em meu coraçao meu mestre, pois ele eh cheio de duvidas e ansias, preciso da furia para obter o poder"

Mestre- "És sabia, criança, porem és inconsequente, nao sabe que o poder dos demonios eh dominante e nao dominado"

Discipulo - "Entao me ensine o poder do Amor meu mestre! me faça como voce! "

Mestre - "Mata-me"

Discipulo - "NUNCA!"

Mestre - "Vês? O poder do Amor ja esta em tua mente, e és uma Inteligencia fiel a ele..."

e o discipulo chorou como nunca havia feito antes...



Escrito por Cyberxaman às 10h09
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O UNIVERSAL SEM TOTALIDADE, ESSÊNCIA DA CYBERCULTURA Pierre Lévy

 

A cada minuto que passa, novas pessoas assinam a Internet, novos computadores se interconectam, novas informações são injetadas na rede. Quanto mais o ciberespaço se estende, mais universal se torna, menos totalizável o mundo informacional se torna. O universal da cybercultura está tão desprovido de centro como de linha diretriz. Está vazio, sem conteúdo. Ou melhor, aceita todos, pois contenta-se com pôr em contato um ponto qualquer com qualquer outro, qualquer que seja a carga semântica das entidades postas em relação. Eu não quero dizer com isso que a universalidade do ciberespaço seja «neutra» ou sem conseqüências, pois o fato-mor do processo de interconexão geral já tem e terá ainda mais, no futuro, imensas repercussões na vida econômica, política e cultural. Esse evento está efetivamente transformando as condições da vida em sociedade. Trata-se, no entanto, de um universal indeterminado e que tende até a manter sua indeterminação, pois cada novo nó da rede de redes em constante extensão pode tornar-se produtor ou emissor de informações novas, imprevisíveis, e reorganizar por conta própria parte da conectividade global.  

O ciberespaço possui o caráter de sistema dos sistemas mas, por isso mesmo, também é o sistema do caos. Máxima encarnação da transparência técnica, acolhe, no entanto, devido à sua irreprimível profusão, todas as opacidades do sentido. Desenha e redesenha a figura de um labirinto móvel, em extensão, sem plano possível, universal, um labirinto com o qual o próprio Dédalo não poderia ter sonhado. Essa universalidade desprovida de significado central, esse sistema da desordem, essa transparência labiríntica, eu a chamo o «universal sem totalidade». Constitui a essência paradoxal da cybercultura.  

A escrita e o universal totalizante 



Escrito por Cyberxaman às 09h59
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Oxossi na mata é Rei
Oxossi na mata é
É quem passa pelos caminhos
Sem deixar marca do pé (bis)
ELE tem flecha e bodoque
ELE tem lança e cocar
A mata é o seu reino
E na mata reinará.

Saravá povo , estou me juntando a esta comunidade hoje.
E sou filho de Oxossi.
Axé do Pai a todos.

Escrito por Cyberxaman às 14h19
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Cientistas afirmam ter descoberto como superar o medo

Uma pesquisa publicada pelo jornal médico Neuron afirma que a descoberta de uma área do cérebro denominada “amígdala cerebelar” poderia auxiliar os médicos no tratamento de pacientes com fobia. Até agora, conforme afirma o Jornal, existem várias pesquisas sobre como o medo surge e pode ser tratado. No entanto, há pouca informação de como ele desaparece.

Para chegar a esta conclusão, os médicos fizeram testes com voluntários submetidos à situação de medo e depois de superação deste sintoma. Os exames concluíram que, nas duas situações, a mesma área do cérebro foi ativada – ou seja, a amígdala cerebelar.

A expectativa dos pesquisadores é que os resultados tragam novas possibilidades de tratamento às pessoas que sofrem de ansiedades nervosas e fobias.



Escrito por Cyberxaman às 14h10
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Museu da Tatuagem em SP conta história do body art
Não consigo entender por que tatuamos nosso corpo. Ou por que as mulheres pintam a boca? Esse museu é minha tentativa de entender a cultura da tatuagem como expressão artística", diz Polaco, tatuador profissional há 20 anos, referência dentro do meio brasileiro e curador do primeiro Museu da Tatuagem do Brasil, e um dos únicos do mundo.

Aberto desde abril deste ano no segundo andar de seu estúdio, no centro velho de São Paulo, o Museu da Tatuagem não se limita apenas a mostrar equipamentos rústicos de tatuadores mais veteranos, ou técnicas esquecidas. A proposta do museu é realmente fazer um resgate histórico de uma das mais antigas formas de arte do mundo. Talvez a mais antiga.

O primeiro homem tatuado
Logo na entrada, o visitante se depara com uma fotografia da múmia do homem mais antigo do mundo. Encontrada congelada nos Alpes, a múmia - com aproximadamente 5 mil anos de idade - apresenta desenhos em suas pernas e braços. O primeiro homem do mundo já se tatuava.

Dando um salto cronológico, a próxima parada da visita é na tradição mauí. A tribo havaiana foi uma das primeiras a utilizar a tatuagem como forma de diferenciação social. Os desenhos tribais eram feitos no rosto e representavam o status social de cada integrante.

A réplica de uma cabeça feita em resina, destaca o mercado negro que se instaurou com a popularização da tradição mauí. Os guerreiros mortos tinham suas cabeças cortadas e vendidas como artigos de arte.

Lucky Tatto e a tatuagem no Brasil
Numa sala separada, o Museu abriga uma verdadeira linha do tempo da tatuagem no Brasil. Um dos destaques são os retratos, desenhos e equipamentos de de Lucky Tattoo, o primeiro tatuador profissional a atuar no País.

Lucky vivia na região do Porto de Santos, e é possível notar grande presença de ornamentos náuticos eu sua arte. Para completar a homenagem, Polaco trabalha agora na recriação do estúdio de Lucky dentro do Museu, com as mesas e a cadeira utilizada pelo tatuador durante seu trabalho.

A evolução da tatuagem no Brasil também é representada por uma estante repleta de máquinas rudimentares utilizada por tatuadores décadas atrás. Grande parte deste acervo foi doado a Polaco por veteranos tatuadores de todo o País.

Do bambu à cicatriz
As diferentes técnicas propagadas por todo o mundo também têm seu espaço no Museu. Dos desenhos japoneses feitos com bambu, à escarificação (cortes na pele, cuja cicatrização formará desenhos em relevo), chegando até a alargadores feitos de pau-brasil utilizados por índios, Polaco procurou não esquecer um só elemento do body art.

As visitas ainda são feitas de forma improvisada, mas muito atenciosa. Um funcionário do estúdio sempre acompanha os visitantes e interessados, explicando o significado e a história de cada artigo exposto.

"É curioso, porque os mais interessados normalmente são aqueles que nunca fizeram uma tatuagem, e saem daqui com outra impressão do assunto", destaca Maristela, uma das assistentes de Polaco no estúdio e no Museu.

Mesmo que não seja intencional, a função do Museu da Tatuagem não é apenas contar uma história. É popularizar ainda mais o body art. Se há 15 anos, a tatuagem era uma arte ligada à rebeldia e a grupos marginais da sociedade, hoje, desenhar o corpo faz parte de uma tendência quase obrigatória nas metrópoles. Os tempos mudaram, e excluído é quem não tem.



Escrito por Cyberxaman às 14h02
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“Não há um livro de papel de verdade para abrir, apenas uma sucessão de duas imagens controlada por um dispositivo interativo (...) na página à esquerda há a imagem de uma bela maçã vermelha em trompe d’oeil (...) a maçã encontra-se cortada na página seguinte, sendo progressivamente consumida à medida que a ‘leitura’ continua (...) A cada vez que as páginas são viradas, ouve-se claramente o som de uma mandíbula que se fecha sobre um pedaço de maçã (...). Comer a maçã surge como uma metáfora para ‘ler um livro’” (Relato de Lévy sobre Beyond Pages, de Masaki Fujihata, em Cibercultura, p. 77)



Escrito por Cyberxaman às 13h35
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Amigos... podem ser infames, loucos, estarem fazendo piadas sem nenhuma graça, ainda sim rimos e alguns dizem que não conseguem viver sem el@s, vai entender! a busca por novidades nos leva à loucura total e na madrugada quando estamos sozinhos olhando para o teto e observando o ventilador quase caindo em nossas cabeças e uma lagartixa comendo uns mosquitos; enquanto seu pensamento gira e para em algum canto do seu quarto que já não faz mais sentido; absurdos, amores sufocados, caras que não se assumem para manter o status e soterram todas às vontades em nome de uma vaga e suposta perfeição.     

 



Escrito por Tatig às 02h13
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Dance, cante, desenhe, de vazão a criatividade ou entregue-se a contemplar a vida, não deixe ser levado por essa correria louca que nos faz esquecer das coisas simples são às que mais transformam nossas vidas; pode parecer clichê mais não deixem de amar por mais que pareça complexo; não desistam, busquem fitar o infinito e divirtam-se!

 



Escrito por Tatig às 17h45
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